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Por Cláudio Gradilone e Anna França - 7 de Maio de 2021

Quem é e o que faz: Formado em engenharia, com pós-graduação em administração de empresas e mestrado em marketing. Foi consultor de gestão empresarial e atua no mercado de câmbio desde 2001. CEO da Advanced desde 2007.

Qual o perfil da Advanced?
Somos uma corretora especializada em câmbio, com foco nas transações comerciais. Ou seja, processamos as transações cambiais nas operações de exportação e importação. Iniciamos nossas operações em 1999 e estamos em primeiro lugar no ranking do BC considerando o mercado primário. Apesar de sermos uma corretora independente, estamos à frente dos grandes bancos de varejo nesse negócio. Temos 45 mil clientes ativos e realizamos em média 700 operações por dia. Empregamos 170 pessoas e temos escritórios e plataformas comerciais em oito cidades brasileiras.

Há oportunidades de crescimento?
Sim. O mercado é dominado pelos bancos de varejo: eles realizam 99,3% dos negócios. Os 0,7% restantes estão com cerca de 70 corretoras independentes, como a nossa. Assim, há uma margem de manobra enorme para crescimento, pois nosso negócio é basicamente de prestação de serviços.

Como competir?
Apostando no entendimento das necessidades do cliente. Eles deixam de trabalhar com as grandes instituições porque o contato é frio, impessoal. No nosso caso, sentamos para conversar com o cliente, ele fica à vontade para explicar o que precisa e nós podemos orientá-lo a tomar a melhor decisão.

Como vocês pretendem expandir seus negócios?
Ficando perto do cliente. Abrimos escritórios próximos a grandes portos para atender os agentes de carga. Estamos realizando um trabalho grande no porto de Itajaí, em Santa Catarina, que tem apresentado resultados excepcionais. Agora, estamos olhando para os portos de Vitória e de Recife para ampliar
essa ação.

Sua empresa tem contato com empresários e investidores internacionais. Qual a visão deles sobre o Brasil?
O interesse em investir é grande. O agronegócio, por exemplo, vem crescendo absurdamente. E ainda há muitos gargalos na infraestrutura para escoar a produção. Então, o agronegócio interessa e a infraestrutura interessa. E não é só isso. O turismo poderia ser mais bem explorado e o mercado imobiliário também. O potencial de crescimento do Brasil é imenso, e os investidores internacionais percebem isso claramente.

Fonte: Isto É Dinheiro

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